chuva detectada → rega de hoje cancelada

Algumas plantas não são só plantas.

O irrigador que sente a chuva no seu quintal —
e economiza a água que você pagaria.

Toda a inteligência de um irrigador de ponta. A simplicidade de um botão. Sem app, sem nuvem, sem conta.

Simples de usar. Sério por dentro.

Quero o meu no primeiro lote

Primeiro lote: 90 unidades · setembro de 2026

  • 🌧️ Sente a chuva no seu quintal
  • ⏱️ Grava a rega com um botão
  • 🔩 Corpo de metal e vidro
  • 🚨 Avisa se faltar água

o problema

Seu irrigador já regou debaixo de chuva.
Você só não estava olhando.

O céu despejando água. O aspersor jogando mais por cima. O timer não sabe — ele só sabe que são 6 da manhã.

“Mas o meu consulta a previsão.” Consulta — a da sua cidade. Choveu no aeroporto e não na sua rua? Sua horta passa sede. O contrário? Rega em cima de chuva.

Você não precisa de uma previsão. Precisa de uma testemunha.

a promessa

O Aguatudo trabalha combinado com São Pedro.

Ele mede a chuva onde a planta está. Não a 30 km, num servidor — no seu quintal.

Tecnologia de detecção de alta durabilidade, em corpo de alumínio e vidro. Sem peças que apodrecem. Sente a chuva de verdade e faz a conta: encurta, cancela, ou mantém.

Choveu 10 minutos? A rega encurta na mesma medida. Choveu bastante? Hoje o céu trabalha. Não é chove/não-chove — é a chuva que caiu, medida.

simples assim

Acha irrigação complicada? Este aparelho é para você.

Uma torneira, uma tomada, um botão. Só isso. Sem app obrigatório, sem conta, sem manual de 40 páginas.

1

Conecte

Na torneira e na tomada. Os engates do kit levam a água até o vaso. Sem ferramenta, sem cano, sem instalador.

2

Segure 3 segundos e veja regar

A rega começa na sua frente. Terra no ponto? Um toque encerra. É essa rega que ele guarda.

3

Pronto. Ele nunca mais esquece

Todo dia, mesmo horário, mesma medida. Sem você tocar em nada. A não ser que chova — aí ele poupa a água.

Dedo pressionando o botão único do Aguatudo, com a indicação REC acima e o lema 'Set it once. Let it grow.'
Um botão. É a interface que 90% das pessoas vão usar para sempre.

E ele leva a sério. Faltou luz na hora? Ao voltar, rega atrasado. Sua planta não paga pela queda de energia.

o que ele percebe

Dois olhos abertos, o dia todo.

Enquanto você vive a sua vida, ele vigia duas coisas que arruínam uma planta — chuva a mais e água a menos.

Choveu? Ele não rega em cima.

Mede a chuva no seu quintal, não a 30 km. Encurta ou cancela a rega na medida da chuva que caiu. Cada chuva aproveitada é água que você não paga.

Faltou água? Ele dá o alarme.

Ele aprende como é a sua rega normal. Se a válvula abre e a água não vem — registro fechado, mangueira solta, falta na rua — algo foge do padrão. O LED pisca em SOS e a tela avisa: verifique a água.

E ele fica mais esperto com você: às vezes pergunta se faltou água mesmo. Sua resposta afina o aprendizado. Menos alarme falso, mês após mês.

Uma rega que só parece ter acontecido é pior que rega nenhuma. Você confia, e a planta seca. O Aguatudo não deixa isso passar em silêncio.

status num olhar

Nunca vai mexer no celular? Não precisa.

As luzes do Aguatudo contam tudo de longe. Você passa, olha, e sabe. Nenhum concorrente conta sua história sem um aplicativo na mão.

Tudo normal. A rega aconteceu.
Choveu. Rega poupada hoje.
Faltou água. Vá verificar.
Faltou energia numa rega.

O celular é só para quem quer mais. Para o resto, a luz basta.

a prova · parte 1

Nós estudamos os concorrentes para você não precisar.

Antes de construir o Aguatudo, fomos ler o que cada alternativa realmente entrega. Não o que o anúncio promete — o que o manual admite.

O timer importado

R$ 872 · pilhas · uso externo

sem sensor de chuva

Custa quase um salário mínimo e não tem sensor de chuva. O que tem é um botão: você vê que choveu, você aperta, ele pausa por até 96 horas. Chamam de “Rain Delay”. Nós chamamos de você trabalhando para o timer.

O sensor de cortiça

~R$ 262 · vendido separado · exige 24 V

discos apodrecem em 3–5 anos

Não conversa com o timer a pilha ao lado — exige instalação elétrica própria. Detecta chuva com discos de cortiça que incham quando molham. Funciona. Por 3 a 5 anos. Depois a cortiça envelhece, o sensor trava “molhado” — e existe um mercado inteiro de discos de reposição para provar o ponto.

A válvula “inteligente”

~US$ 40 · + gateway obrigatório

confia num servidor a 30 km

Sensor de chuva: nenhum. O “inteligente” é consultar a previsão de terceiros. A própria fabricante avisa: as condições reais podem diferir. No fórum oficial, usuários acham plantas molhadas na chuva — e, sem sinal, a rega não acontece.

Ninguém nesta faixa mede a chuva onde a planta está. O Aguatudo chega a R$ 450–500 — menos que o timer importado sozinho, aquele que nem sensor tem.

Preço de lançamento previsto para o primeiro lote. Preços e especificações de concorrentes verificados em julho/2026, em páginas de fabricante e distribuidor.

a prova · parte 2

Isto é uma chuva real.
E esta é a rega que ele cancelou.

Nada de “economize até X%” tirado do nada. Esta é a tela de histórico de um Aguatudo em campo — a mesma que você abre no navegador, servida pelo próprio aparelho, sem nuvem e sem conta.

Tela de Histórico Meteorológico do Aguatudo: temperatura atual calibrada, chuva acumulada do dia e gráfico de 7 dias com janelas de sol e leituras de rega excluídas

Captura real de um aparelho em operação · julho/2026

a diferença

Ensinado a duvidar de si mesmo.

Qualquer sensor barato grita “chuva!” para qualquer gota. O Aguatudo foi construído com outra postura: antes de mexer na sua rega, ele confere.

Orvalho não é chuva

Um toque isolado de madrugada — sereno, condensação — não cancela a sua rega. Ele só acredita em chuva com confirmação: mais água em seguida, ou molhado contínuo o bastante para não restar dúvida.

A própria água não é chuva

Se o aspersor molha o sensor, ele sabe que foi ele mesmo — até nos minutos de gotejamento depois de fechar — e desconta. Senão a rega de hoje cancelaria a de amanhã, para sempre.

Leitura contaminada é sinalizada, não escondida

O aparelho vive no sol — é o único jeito de ver chuva. Sol esquenta sensor. Em vez de fingir que não, ele anota quais leituras sofreram interferência e destaca as leituras limpas como as mais fiéis. O gráfico mostra as duas curvas, sem maquiagem.

Faltou luz? Ele não finge que nada houve

Caiu a energia na hora da rega? Ao voltar, ele decide. Cabe na sua tolerância (até 24 h)? Rega atrasado. Não cabe? Avisa, em vez de regar na hora errada.

Funciona sozinho. De verdade.

Sem nuvem, sem conta, sem gateway, sem mensalidade. A programação mora no aparelho: a internet pode cair — a sua rega acontece. A interface é uma página web servida pelo próprio Aguatudo, com um botão só no hardware e luzes que mostram quanto choveu.

Anos de histórico. Seus.

Temperatura mínima, média e máxima, minutos de chuva por dia — guardados no aparelho, exportáveis em CSV. É a estação meteorológica do seu quintal, sem assinatura e sem pedir licença a ninguém.

a prova mais honesta que você vai ler hoje

Nossa temperatura do dia lê alto. E a gente conta por quê.

Para sentir a chuva, o Aguatudo precisa ficar exposto ao sol — não pode viver na sombra como um termômetro de estação. Resultado: a máxima e a média do dia saem acima da real, porque o sol bate nele.

Podíamos esconder isso. Não escondemos. O aparelho marca as horas de sol e mostra a leitura crua ao lado da estimativa corrigida. E tem uma parte que é fiel de verdade: a temperatura da noite — a mínima do dia — sem sol para atrapalhar, é precisa.

Um produto que confessa onde erra é um produto em que você pode confiar onde ele acerta.

o outro lado do disco

Um botão por fora. Um instrumento por dentro.

Você nunca vai precisar ver esta parte. Mas se você é do tipo que gosta de saber o que está acontecendo — ela está toda aqui, servida pelo próprio aparelho, sem nuvem e sem app. Ao mesmo tempo o mais simples e o mais sofisticado da prateleira.

Precisão que timer nenhum tem

Os outros programam em minutos. O Aguatudo trabalha em segundos. Num jarro pequeno, 25 ou 60 segundos é a diferença entre regar e alagar.

Tolerância que você controla

Faltou luz? Frente de chuva chegando? Você define quanto atraso ele absorve antes de decidir sozinho. Controle fino, para quem gosta.

linha superior · sensor ambiental

E, para quem quer o estado da arte: ele sente ainda mais.

A mesma postura, levada adiante. Uma versão traz, dentro da carcaça, um sensor ambiental que distingue o que os aparelhos comuns confundem.

Temperatura da água que corre no tubo

Mede o calor do próprio tubo do solenoide. Refina ainda mais o alarme de falta d’água que todo Aguatudo já tem — e enxerga o fluxo sem sensor de vazão.

Orvalho que seca ≠ infiltração que fica

Umidade que sobe de noite e seca de dia é orvalho. A que fica saturada por dias pode ser infiltração. Ele acompanha e sinaliza quando a vedação pede atenção.

Ele sente a chuva chegar

A queda de pressão de uma frente faz ele esperar um pouco antes de regar. Não veio chuva? Rega assim mesmo. Previsão e medição, as duas locais.

Umidade no seu histórico

A umidade relativa entra no calendário, ao lado da temperatura e da chuva. Sua estação meteorológica fica mais completa — e continua só sua.

Recurso da linha com sensor ambiental (opcional) — nem toda unidade o inclui. O alarme de falta d’água, esse sim, vem em todas.

nossa história

Isso vem de longe.

Nos anos 1980, Antonio Vendramin cuidava de um orquidário com quase dez mil vasos em Jundiaí. Levava água a cada um por microtubos, quando ninguém no Brasil fazia isso.

O Aguatudo é o neto retomando a obsessão do avô. Medir de verdade, regar na medida certa, cuidar de perto.

Conheça a história completa →

Orquidário de Antonio Vendramin, com milhares de vasos de orquídeas

alcance

Do vasinho no 8º andar ao gramado com rotores enterrados.

Engate rápido embutido no próprio aparelho: conectou, funcionou. Bailarinas, rotores, gotejadores, mangueiras gotejadoras, aspersores, micro-aspersores — se rega, encaixa. E liga direto na tomada: sem pilha para trocar, sem rega perdida por bateria fraca.

Kit Aguatudo completo: aparelho em alumínio e vidro, engates rápidos, mangueiras e fonte de alimentação
Mora em apartamento? Você não ficou de fora — pelo contrário.
O kit plug and play para varandas e jardineiras traz 8 estacas de gotejamento: microtubos pretos semi-rígidos saem dos divisores e terminam em pontas transparentes flexíveis, que você finca na terra de cada vaso. A água chega gota a gota, direto na raiz — o método mais econômico e limpo que existe, agora sem você precisar lembrar de nada. Uma torneira, uma tomada, e seus vasos cuidados enquanto você viaja.
E a precisão ao segundo faz diferença aqui dentro.
Timers comuns trabalham em minutos. O Aguatudo programa início e fim ao segundo — a diferença entre molhar um vasinho e transbordar um vasinho. Sua samambaia da sala agradece.

a conta que se paga

Cada chuva que ele aproveita é água que você não paga.

No Brasil, a conta de água sobe — e sobe em degraus: passou de certo volume, o preço de cada litro extra aumenta. É justamente o consumo que empurra você para a faixa cara que o Aguatudo corta, cancelando a rega quando o céu já fez o trabalho.

Não vamos inventar uma porcentagem que não medimos. Mas o mecanismo é simples: quem rega menos na chuva gasta menos água. Ao longo dos meses, é assim que ele se paga. Não é promessa de marketing — é a aritmética da sua conta.

em ação

Veja o Aguatudo trabalhando.

primeiro lote

Primeiro lote em setembro de 2026.
Quem chega antes, recebe antes.

O Aguatudo está em pré-produção. O primeiro lote é de 90 unidades, previstas para setembro de 2026 — e não vamos inventar um estoque que não existe. O que temos é uma lista de espera com prioridade por ordem de chegada.

Sem spam. Um aviso quando o lote abrir, e só.